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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Jatobá
Jatobá-do-cerrado (Hymenaea stignocarpa) ou jatobá, jataí, jitaí, jataí-amarelo, jatobá-miúdo.
A altura da planta vai depender do local em que vive a árvore; no cerrado cresce de seis a nove metros, enquanto que, em áreas mais férteis podem alcançar entre quinze e vinte. O diâmetro do tronco varia conforme o local, as plantas menores giram em torno 0,30 a 0,50 centímetros, já as maiores chegam a um metro de diâmetro. As folhas são ásperas, constituídas por dois folíolos inteiros, mede de cinco a seis centímetros. Os botões apresentam uma fina camada de pelos. As flores são de cor branca chegando a cinco centímetros cada uma. Os frutos novos são verdes e à medida que vão amadurecendo ganha uma cor marrom, eles caem da árvore quando estão no ponto de colheita; possui entre uma a seis sementes e é coberto por um tipo de farrinha. Essa farinha (farinácea) possui um cheiro forte, mas de sabor gostoso, pode ser consumida in natura ou usada na fabricação de bolos, geléias, pães. As sementes são ovais ou arredondas, de cor marrom castanho. A árvore do Jatobá é pouco exigente, vive em solo fraco e de boa drenagem, o clima quente ou ameno favorece o cultivo. Seu plantio é feito por sementes, com quinze a vinte e cinco dias para germinação. Possui uma resina muito utilizada na medicina caseira. Árvore ideal para arborização de parques e jardins.
Classificação científica:
Reino: Plantas.
Classe:
Ordem:
Família: Leguminosae-caesalpinoideae
Nome Científico: Hymenaea stignocarpa
Divisão: Angiosperma.
Habitat: Caatinga e Cerrado.
Etiquetas:
as plantas,
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Local:
Louveira - São Paulo, Brasil
sábado, 3 de novembro de 2012
Sapucaia
Nome Científico: Lecythis pisonisNome Popular: Sapucaia-vermelha , Sapucaia, Castanha-sapucaia, Cumbuca-de-macaco, Cabeça-de-macaco, Castanha-de-sapucaia, Caçamba-do-mato, Marmita-de-macaco
Família: Lecythidaceae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Família: Lecythidaceae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene
Árvore nativa da Mata Atlântica. Floresce de setembro a outubro. As folhas novas são de cor rosa e lilás, tornando a espécie muito ornamental. A madeira é utilizada para postes, estacas, portas, janelas. As sementes são comestíveis, sendo utilizada pela fauna em geral. O fruto (cuia) é utilizado como adorno e utensílio. A Sapucaia é uma árvore decídua, muito ornamental e frutífera, caracterizada pela copa densa que muda de cor e pelos frutos curiosos repletos de saborosas castanhas. Sua altura geralmente é de 5 a 15 metros, mas pode atingir 50 metros na floresta. Suas folhas são elípticas, verdes, glabras, acuminadas, alternas, com margens onduladas e serrilhadas. No inverno perde as folhas, que rebrotam na primavera, concomitante à floração, formando um belo espetáculo com sua cor rosa chocolate.
As flores são delicadas, belas, de cor branco-violáceas e com numerosos estames. O fruto é do tipo pixídio, duro, pesado, seco e deiscente, de forma esférica a alongada, com textura lenhosa e uma tampa que se abre quando maduro, liberando as sementes grandes e comestíveis. A maturação do fruto leva de 10 a 12 meses e atrai a fauna silvestre, principalmente ávidos macacos e morcegos, seus principais dispersores.
A Sapucaia é uma árvore que está em extinção. Nos dias atuais, a maioria é cultivada em viveiros.
Ela passa por fases em que muda de forma e cor durante o ano. Depois de ficar despetalada, revigora-se tomando uma cor verde que, aos poucos, vai se transformando nesta cor Vermelha-vinho, para, em seguida, tornar-se uma árvore com as folhas meio que douradas.
Ela passa por fases em que muda de forma e cor durante o ano. Depois de ficar despetalada, revigora-se tomando uma cor verde que, aos poucos, vai se transformando nesta cor Vermelha-vinho, para, em seguida, tornar-se uma árvore com as folhas meio que douradas.
É pouco explorada no paisagismo, apesar do seu incontestável valor ornamental e ecológico. A cor da sua folhagem, quando nova, é realmente bela e sua copa arredondada e densa, fornece sombra fresca no verão. Como perde as folhas no inverno, permite a passagem de luz, revitalizando e aquecendo o jardim. Suas doces e deliciosas castanhas são mais um motivo para plantá-la em jardins residenciais, corporativos, sítios e parques. Elas substituem com vantagens a castanha-do-pará in natura ou em receitas.
Aprecia muito ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Ela é uma árvore típica da mata atlântica e floresta amazônica, aprecia o calor e a umidade tropicais.
Sua multiplicação faz-se por sementes. Cobrir as sementes com 1 cm de substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência das sementes ocorre em cerca de 40 a 70 dias e a taxa de germinação é moderada.
O desenvolvimento das mudas no viveiro e posteriormente no local de plantio definitivo não é muito rápido, podendo ser considerado “lento”. As árvores jovens iniciam a produção aos 8 a 10 anos de idade.
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Viveiro Jequitibá
Local:
Louveira - São Paulo, Brasil
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
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